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工商部门抽检五类装修材料 不合格率达28.2%

2019-01-17 20:06 来源:大河网

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  目前城管办已协调杭州百江燃气公司负责回收上缴的燃气瓶。3.当大火和浓烟已经蔓延到通道,应关闭房门内所有门窗,防止空气对流,延迟火焰蔓延的速度,并且用一些布条堵住门窗的缝隙,有条件的情况下,可以用水浇在门窗上降低它的温度,等待救援。

2、大型户外停车场、园林绿地是落叶较为集中堆积的场所,一定要作为重中之重,管理单位落实好消防安全主体责任,每天要组织4遍以上的高多频次集中清扫清理。据了解,本次捐赠的机器人都是该公司在共青城市的生产基地5月正式投产后的首批产品,具有科技含量高、机械性能优、实战效果好、设备运行稳等优点,对提升救援安全、避免人员伤亡有着重要作用。

  原标题:八旬老人手绘漫画版《燃气安全指南》最近苏州发生的燃气安全事故,再一次为用气安全敲响了警钟。卢沟桥街道以社区为单位,积极组织辖区青少年开展以清理可燃物、禁放烟花爆竹、家庭防火安全等为主题的绘画活动,吸引了不少青少年的积极参与。

    据悉,影片讲述了主人公李大树因为一场火灾失去父母,被消防官兵营救后,他通过努力成为了一名消防官兵,灭火救人。(记者朱燕)(责编:陈卓凡(实习生)、张雨)

活动中通过对车站领导及部门消防责任人进行全方位的防火安全宣传教育,使得铁路干部职工充分认识了火灾的严重危害性,切实增强了全体人员的火灾防范安全意识。

  “我们当时组建这支女子消防队就是考虑到女性表达能力强、工作耐心细致、更具亲和力的优点,以言传身教对居民进行消防常识的讲解。

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  强化组织。

  创新活动形式多,教育演练齐上阵。正是由于平时的实战化演练,关键时刻才能拉得出打得赢。

  中队官兵们说,李宝泽的消防警营中虽鲜有赴汤蹈火的战斗经历,但他却在自己平凡的岗位上做出了非凡的成绩,为自己的青春写下了与在火场上冲锋陷阵的战友们同样亮丽的一笔。

  为从源头上预防和遏制违法违纪现象发生,提高官兵防腐拒变、廉洁从警的思想防线,支队在廉政教育上狠下功夫,不断健全和完善长效学习管理机制。

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责编:神话

Portugal possui infraestrutura e tem interesse em participar da Iniciativa do Cintur?o e Rota, diz embaixador

2019-01-17 16:54:46丨portuguese.xinhuanet.com
加强教育的同时,认真落实各项廉政制度,以增进对部属的了解、加强相互间的联系,不断增强领导干部廉洁自律的意识,提高部队官兵的凝聚力和战斗力,确保队伍高度纯洁和稳定。

O embaixador de Portugal na China, Jorge Torres Pereira, concede uma entrevista exclusiva à Xinhuanet, em Beijing. (Foto: Xu Xin)

Beijing,?8 mar (Xinhuanet) -- A Iniciativa do Cintur?o e Rota impulsiona a conectividade entre a China e os países ao longo das rotas e Portugal tem muito interesse em estar associado a uma faixa no cintur?o, disse à Xinhuanet o embaixador português na China, Embaixador Jorge Torres Pereira, em uma entrevista exclusiva.

Xinhuanet: As "duas sess?es" anuais s?o oportunidades de importancia fundamental para conhecer as tendências de desenvolvimento da China. Quais temas chamam mais a aten??o do senhor? Por quê?

Embaixador Jorge Torres Pereira: O tema que mais concentra as aten??es de fora é realmente o processo de reformas na China, o impulso das reformas que foram delineadas na altura da decis?o do segundo plenário. Um aspecto que acompanhamos com também particular interesse é a quest?o das reformas no domínio do Rule of law, portanto do enquadramento legal das reformas nesse domínio. E outro tema que nós também acompanhamos é a quest?o do ambiente, a quest?o da prote??o ambiental, que, como digo, para quem está de fora é particularmente significativo.

Xinhuanet: A taxa de crescimento da economia chinesa em 2016 foi de 6,7% e a produ??o econ?mica total chegou a 70 trilh?es de yuans. Como o senhor vê a tendência do desenvolvimento econ?mico da China?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Penso que, no curto prazo, n?o devemos assistir a uma grande diferen?a no que diz respeito ao crescimento da China. Embora a maior parte dos analistas acreditem que as altera??es estruturais da economia para um novo paradigma possam, no médio prazo, significar um ligeiro abrandamento do crescimento anual da China. Em todo caso, n?o creio que possa ser posto em dúvida o papel fundamental das grandes locomotivas do crescimento econ?mico global, que s?o a China, os Estados Unidos, a Alemanha e o Jap?o. Todos esses países ter?o que ter um contributo síncrono para preservar o crescimento da economia global.

Xinhuanet: A crise financeira de 2008 afeta até os dias de hoje a recupera??o da economia mundial. Desde o ano passado, "acontecimentos cisnes negros" ao estilo da globaliza??o inversa apareceram um após o outro, intensificando o protecionismo comercial. Qual é a sua opini?o sobre a tendência da globaliza??o inversa? Como acredita que o futuro da globaliza??o se desenvolverá?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Acho que nós recentemente percebemos que talvez tivéssemos uma considera??o um pouco mais otimista sobre todos os problemas que surgiram ou que iriam surgir previsivelmente com a globaliza??o, que as próprias respostas do crescimento econ?mico, que derivam da globaliza??o, iriam dar respostas a esses problemas. Nós agora temos uma considera??o um pouco mais sóbria. Sabemos que há problemas, como desigualdade e distribui??o n?o equitativa dos benefícios da globaliza??o, que est?o a levantar problemas nas opini?es públicas. Penso que o que há, buscando um termo marxista, é uma espécie de “tens?o dialética” entre as for?as da globaliza??o e esses fatores de maior soberanismo econ?mico e de tenta??es protecionistas. Penso que essa “tens?o dialética” vá estar presente n?o apenas este ano como um trend recente, mas nos próximos anos, e é claro que nós defendemos uma globaliza??o fair, na qual todas as opini?es públicas possam sentir-se também gratificadas por esse processo. Penso que nesse processo, nós temos de diminuir os argumentos daqueles que querem refugiar-se no protecionismo, e o papel da China é evidentemente muito importante.

Xinhuanet: Atualmente, temas como a recupera??o econ?mica, mudan?a climática e prote??o ambiental têm sido os principais tópicos que impulsionam o desenvolvimento dos países, indo além das fronteiras nacionais e mostrando que precisam da aten??o e participa??o dos governos do mundo todo. Como o senhor avalia o papel da China na governan?a global?

Embaixador Jorge Torres Pereira: é evidente que nós estamos neste momento em um processo em que há uma maior aten??o à natureza multipolar do mundo em que vivemos, e os esfor?os de reforma da governan?a mundial, nomeadamente, desde o papel mais central atribuído ao G20, é uma manifesta??o dessa reforma da governan?a mundial. Recentemente, nós tivemos uma reuni?o dos ministros dos negócios estrangeiros do G20, em Bona. Foi apenas a segunda vez na história da organiza??o que se reuniram os ministros dos negócios estrangeiros, e, tal como em Hangzhou, na China, deu importantes pistas para o que se vai seguir nesse esfor?o de coordena??o mundial. Também se prevê a continua??o desse espírito nessa cimeira de Hamburgo, organizada pela presidência alem?. Há uma continuidade de temas: a China atribuiu muita importancia à agenda para o desenvolvimento sustentável e, por exemplo, a presidência alem? do G20 quer atribuir grande importancia à áfrica. Tudo isso s?o manifesta??es que nós consideramos muito positivas de uma governan?a mundial reformada.

Xinhuanet: Como o senhor vê as perspectivas sobre o desenvolvimento do comércio eletr?nico e das empresas de tecnologia? Na era da internet, como o comércio eletr?nico e o tradicional podem se desenvolver conjuntamente?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Isso é efetivamente um dos aspectos de vanguarda da evolu??o do comércio. Quase que se pode dizer que o computador, o laptop, tornou-se uma espécie do novo modelo de loja, e a grande revolu??o atual é que o ecr? do smartphone transformou-se no laptop e, portanto, cada vez mais as decis?es de compra têm que tomar aten??o dessa quase que revolucionária atualiza??o, e quais s?o os devices a que as pessoas recorrem para estar online. A China teve e tem um avan?o em rela??o a outros países que também agora acordaram para a importancia do comércio eletr?nico, e eu penso que isso tornar-se-á um fen?meno generalizado à medida que os consumidores também depositarem praticamente toda a sua aten??o no que veem no seu smartphone. é claro que a quest?o de como compatibilizar, apesar de tudo, o conforto que as pessoas sentem ao estar presentes com os objetos físicos que gostariam de comprar e para isso também já há conceitos de offline/online que ajudam a superar essa quest?o. Em todo caso, prevejo um futuro muito risonho para as plataformas do comércio eletr?nico e já agora acrescentaria que Portugal também está em negocia??es com o grupo Alibaba para que haja uma loja virtual de produtos portugueses nessa plataforma.

Xinhuanet: Como o senhor vê o desenvolvimento da indústria verde da China? Quais s?o os avan?os da tecnologia e os conceitos de desenvolvimento que Portugal pode compartilhar com a China?

Embaixador Jorge Torres Pereira: é evidente que as preocupa??es ambientais s?o, hoje em dia, talvez as prioridades principais quando se pergunta as opini?es públicas sobre o que as preocupa. Umas das coisas que vêm logo à cabe?a é a qualidade do ar, a qualidade dos produtos que consomem, a certeza de que a água tem as características que s?o necessárias e boas para a saúde pública. Portanto, eu penso que, juntam-se aqui, por um lado, um enorme potencial que as indústrias ditas da economia verde têm para também proporcionar o crescimento econ?mico com as preocupa??es da opini?o pública. Neste aspecto, Portugal tem, já há algum tempo, uma aten??o particular às energias renováveis, e eu gostaria de citar um exemplo que me parece significativo. No ver?o do ano passado, durante o mês de agosto, Portugal conseguiu, durante quatro dias seguidos, ter todo o seu consumo elétrico originado por vias renováveis. Foi de tal maneira marcante, que foi considerado por revistas científicas como um dos eventos científico-tecnológicos mais significativos do ano passado. O país lidar com as suas necessidades energéticas em eletricidade apenas com energias renováveis mostra como é efetivamente possível alterar completamente o paradigma que é necessário para gerir as necessidades energéticas com tudo que se tem de benéfico para tornar mais verde a nossa vida.

Xinhuanet: Em 2017 a China vai realizar o primeiro Fórum de Coopera??o Internacional da Iniciativa do "Cintur?o e Rota". Quais s?o os avan?os que essa iniciativa alcan?ou?Como o senhor vê o papel dessa iniciativa na revitaliza??o da economia mundial?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Já há alguns anos se tinha percebido que haveria um imenso progresso se conseguíssemos melhorar as conectividades entre os diferentes atores, por exemplo, em uma regi?o. Antes de Beijing, estive no Sudeste Asiático, e constatava-se que praticamente os países da regi?o tinham relativamente poucas rela??es entre si e mais comércio, exporta??es e atividade econ?mica com o exterior. A conectividade colocou-se como uma quest?o que permitia aumentar significamente o comércio inter-regional. Conectividades essas que, naturalmente, no Sudeste Asiático tinham também relac?o com a China como muito importante. Ou seja, daí nasceu a ideia de que pode se estruturar o desenvolvimento econ?mico melhorando as conectividades, que decorre da maior aten??o à infraestrutura, às liga??es ferroviárias, elétricas etc. Nós, em Portugal, desde que a iniciativa do “Cintur?o e Rota” foi lan?ada, temos manifestado o nosso interesse. Aliás, ironicamente, pode-se dizer que Portugal foi um dos pioneiros da rota marítima da seda. A conex?o entre a ásia e a Europa por via marítima no século XVI foi uma obra pioneira portuguesa, e nós gostaríamos de que essa nova rota marítima no século XXI também levasse em considera??o o que chamamos de “dimens?o atlantica”, sobretudo porque dispomos de uma infraestrutura portuária em Sines, um pouco ao Sul de Lisboa, que ligamos a um grande momento de chegada à fachada atlantica para o comércio por via marítima, nomeadamente o Canal do Panamá. Portanto, temos mostrado o nosso interesse em estar associados a uma faixa no Cintur?o. Contemplamos o fato de termos sido também convidados a estar presente no fórum do “Cintur?o e Rota” em maio próximo.

Xinhuanet: O senhor poderia apresentar a situa??o do intercambio de estudantes e do turismo entre Portugal e a China no ano passado?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Os números absolutos ainda s?o relativamente modestos, mas as indica??es do crescimento s?o muito animadoras. Um exemplo é o turismo entre 2012 e 2016, com o número de turistas chineses que foram para Portugal crescendo 35%. Nós estamos neste momento com cerca de 180.000 turistas anuais, mas já ultrapassamos as 300.000 dormidas. Estamos muito esperan?ados do efeito impulsionador do voo direto entre a China e Portugal, entre Hangzhou e Lisboa, da Beijing Capital Airlines, que provavelmente será inaugurado já em julho. Esperamos que o voo direto corresponda a um impulso adicional para que esses números que est?o em ascens?o continuem. Os números absolutos de estudantes ainda também s?o relativamente modestos. Nós tivemos cerca de 600 estudantes chineses bolseiros em Portugal, mas há dois anos eram apenas 370, ent?o estamos também em uma claríssima rota de ascens?o. Em rela??o ao número de estudantes portugueses na China, também estamos na ordem das poucas centenas, mas há um dado muito significativo, que é o número de institui??es chinesas onde se aprende português. Há poucos anos, eram menos de 10 e agora já ultrapassamos 30. Portanto, tudo isso significa que o intercambio entre turistas, estudantes e empresários, tem vindo a crescer significativamente. O intercambio entre as pessoas no fundo é uma espécie de base sólida do relacionamento bilateral.

Xinhuanet: Como o senhor avalia os avan?os nos intercambios bilaterais do ano passado entre Portugal e a China? Quais s?o as suas perspectivas de coopera??o bilateral para 2017?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Nós temos tido nestes últimos anos uma dinamica muito positiva no nosso relacionamento a todos os níveis, n?o só nos aspectos que acabei de descrever, do ponto de vista dos aspectos de cultura e people to people, como também no domínio econ?mico e empresarial, e é muito importante no relacionamento político. No ano passado, em outubro, nós tivemos a visita do Sr. primeiro-ministro português, Dr. António Costa, que traduziu no fundo o fato das nossas rela??es políticas terem um padr?o de visitas de alto nível que é indubtavelmente muito impressionante. Dois anos antes tínhamos tido a visita de Estado do presidente da República e este ano achamos que vamos continuar a ter esse padr?o de grande consensualiza??o entre os líderes dos dois países, das vias a seguir para o desenvolvimento econ?nico e a coopera??o entre os dois países. Penso que todas essas coisas de que nós temos falado, do fato de Portugal ser um membro fundador do Banco Asiático de Investimento e Infraestrutura, a importancia que nós atribuímos ao Fórum de Coopera??o entre Portugal e os países de Língua Portuguesa, o fato de nós continuarmos a ter um relacionamento com a China, tenham a ver com a nossa presen?a nas geografias lusófonas e com a nossa participa??o na Uni?o Europeia. Tudo isto mostra que, muitas das ideias da China sobre a importancia das coopera??es trilaterais, sobre a importancia da faixa do cintur?o, tudo isso s?o coisas que apontam para um claro desenvolvimento do nosso relacionamento bilateral.

Xinhuanet: A economia da China está passando por ajustes estruturais e a indústria manufatureira está em uma fase de transforma??o e moderniza??o, utilizando o espírito dos artes?os para criar a sua nova imagem. Na sua opini?o, quais s?o as melhores formas de transformar e atualizar a indústria manufatureira da China?

Embaixador Jorge Torres Pereira: Eu penso que é implementar as próprias reformas que a própria lideran?a chinesa já identificou, mais mercado na loca??o de recursos, condi??es de igualdade entre empresas, indepentemente de serem estrangeiras ou chinesas do setor privado ou do setor público. Penso que essa é a possibilidade das empresas europeias poderem contruibuir com o seu conhecimento tecnológico para os novos setores de grande inova??o tecnológica que est?o a ser desenvolvidos na China. Tudo isso para mim seriam os aspectos cruciais para ajudar a indústria manufatureira chinesa a subir o valor da sua produ??o.

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